Empresas de tecnologia e bancarização oferecem soluções para o mercado de fomento comercial

O segmento de fomento comercial tem estimulado empresas de tecnologia a desenvolverem novos serviços, inclusive para atender os produtos que surgiram nos últimos anos com a crescente bancarização das empresas, como as CCBs e as Notas Comerciais, por exemplo. Para explicar as soluções que oferecem para o setor, as principais empresas que prestam serviços para o mercado de securitização, factoring, FIDCs e ESCs marcaram presença como patrocinadoras do 15º Simpósio do SINFAC-SP e do 2º Congresso da ABRAFESC. “O evento marca uma mudança no setor com os novos tipos de recebíveis. Está sendo um movimento muito importante e o Simpósio traz bastante informação”, avalia Luciano Gallete, da MSys, uma das 20 patrocinadoras do evento.

Giane Souza, da WBA, empresa de gestão de recebíveis, está confiante na virada do ano e aproveitou o evento para lançar um novo produto. “Estamos mais uma vez prestigiando o evento e lançando uma nova plataforma para o segmento. O ano de 2023 vai ser muito importante para a nossa empresa, tanto para crescimento quanto para investimentos e novos produtos”, comenta.

Para a Itera, o Simpósio representa oportunidade semelhante para lançar um novo produto. “É um prazer estar aqui, é nossa primeira vez no evento. Ficamos muito felizes com a rede de contatos que pudemos estabelecer. Estamos trazendo para o mercado um produto inovador que extrai dados de balanços patrimoniais para análise de risco de crédito. Isso tem resultado em uma redução de 30% do custo do processo de análise”, explica Marco Antonio Pereira, da Itera.

Falando em novidades, a Laqus marcou presença para explicar como vem ajudando as empresas que querem operar com Notas Comerciais. “A gente consegue fazer o depósito da nota comercial e oferecemos uma gama de produtos e serviços para garantir uma liquidação e uma emissão de sucesso e em prazo muito curto. Estamos conseguindo escrever história esse ano, já passamos de 300 emissões e atingimos R$ 3 bilhões, com muito pouco tempo operando”, comemora Luis Felipe Salles Cunha, da Laqus.

As empresas que operam com veículos como garantia, encontram na Vetera uma solução completa de registro junto à B3 e aos Detrans. “Após a aprovação do crédito, damos todo o suporte de gravação da garantia. É uma plataforma eletrônica que torna esse processo mais otimizado, mais rápido, dando condições para que o credor tenha certeza de que depois ele vai receber aquela garantia, a retomada do bem”, explica Renato Virches, da Vetera, que avaliou o Simpósio como “ótimo” por possibilitar contatos com empresas que têm sinergia com seus negócios.

A MSys tem um sistema para factorings, securitizadoras e FIDCs, além de já trabalhar com CCB e arranjos de cartão de crédito, uma das novidades recentemente regulamentadas para o setor de fomento. “A gente vem trabalhando bastante com os arranjos de cartão de crédito. É um mercado que está começando, mas já estamos trazendo bons resultados para os nossos clientes”, comenta Rodrigo Corerato, da MSys.

Há 16 anos no mercado, a RBM Web oferece sistemas para factorings, FIDCs e securitizadoras. Seu fundador, o Ricardo de Barros Mendes, avalia que, como diferencial, seu sistema está 100% na nuvem. “O proprietário de uma empresa de fomento pode fazer operações a qualquer momento e em qualquer lugar do mundo, o sistema tem essa flexibilidade”, afirma Ricardo.

Quem também aposta em soluções na nuvem é a Smart Factor. “O grupo Smart trabalha em todos os segmentos (do fomento) e temos uma plataforma que estabelece toda a entrada de clientes, registro, antecipações e controles de a receber e a pagar. Temos clientes em todas as áreas do país e, em eventos como esses, buscamos conseguir novos clientes e crescer”, comenta Eduardo Wiggers, da Smart Factor.

Também expositor na área de TI, Marcus Cavalcanti, da Múltipla, tem uma solução de BI focada no setor de factorings e já integrada com o WBA, mas que também pode ser integrada a outras ferramentas. “O objetivo é trazer relatórios customizados para os clientes, para que cada um possa ter uma visão precisa, no momento adequado”, explica. A empresa, novata no setor de fomento, encontrou no Simpósio um palco ideal para ampliar seus contatos. “A gente está trabalhando nesse setor há pouco tempo, então esperamos conhecer mais gente do segmento, imaginamos que por meio da associação seria um caminho legal”, avalia Marcus.

Outra estreante no Simpósio, a HBI possui produtos de bank as service. Quem explica é Valquíria Matos: “A HBI é uma instituição financeira, prestamos serviços com produtos de bancarização, como emissão de CCB e consulta ao SCR. É nossa primeira vez no evento, então estamos mostrando a marca e os produtos para as pessoas”.

Alexandre Malheiros, da Vadu, explica o serviço que a empresa oferece: “o Vadu é uma empresa de big data. A gente entrega inteligência de análise de crédito, monitoramento de risco, esse tipo de facilidade”.

Para Clóvis Dotta, da BMP, o evento proporcionou ótima participação e interação entre os presentes. “A BMP hoje tem o core bancário completo. Tem bank as service e crédito. No Simpósio encontramos todos os nossos parceiros, que são os FIDCs, as fintechs, então temos uma expectativa de aumentar o volume de negócios e nossa participação no mercado. Isso é o que nos traz mais resultados hoje”, comenta.

Há 35 anos desenvolvendo sistemas, a Standby também marcou presença como expositora. “Somos líderes de mercado em Minas e São Paulo é nosso segundo maior mercado. Participar desse evento é muito importante para gente consolidar nossa marca. Encontramos amigos e clientes, é muito válido e gratificante”, avalia Gustavo Batista Ribeiro.

Com múltiplas soluções, o Banco Arbi marcou presença novamente este ano. “Fornecemos toda a vertical de serviços para securitizadoras, factorings, ESCs, etc. Temos conta scrow, temos um banco liquidante para os ativos que os fundos compram para liquidá-los nas câmaras de Selic e Cetip. Também somos um banco para liquidação de subadiquirências nas câmaras SLC, na CERC e na CIP. Emitimos boletos, originamos CCBs e temos também uma carteira de cambio, muitos dos fundos já antecipam notas comerciais de importação e exportação, então precisam de um banco para fechar essa operação”, explica Marcos Ibiapina. O executivo antecipa, ainda, que o Banco Arbi está se credenciando junto a CVM para poder escriturar notas comerciais, “Acho que é a grande mina do mercado, futuramente”, avalia Ibiapina.

As entrevistas completas com os expositores do evento podem ser conferidas no YouTube do SINFAC-SP pelo link: www.youtube.com/watch?v=lMARMWCAbCU.

15º SIMPÓSIO DO SINFAC-SP E 2° CONGRESSO DA ABRAFESC CONTOU COM OS PATROCINADORES: BANCO ARBI, BMP, CASHFORCE, CERC, CRDC, FZ ADVOGADOS, ITERA, LAQUS, MSYS, MULTIPLA, NEVES ADVOGADOS, RBM WEB, SMART FACTOR, SINGULARE, STAND BY, TERCON, VADU, VETERA E WBA.

O EVENTO TEVE OS SEGUINTES APOIADORES: ANSAE, CEBRASSE, FECOMERCIO-SP, PORTAL DO FOMENTO, SESCON-SP, SINDCONT-SP, SINDSFAC-MG, SINFAC-AM, SINFAC-ES E SINFAC-SC.

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