Fraudador: as medidas para evitar a fraude não são ferramentas de cobrança

Por Alexandre Fuchs das Neves

 

Coisas que parece estar lado a lado, mas não estão! Fraude, do latin “fraus” , significa tudo que está errado, que é contra a boa fé.

E vantagem em tudo do brasileiro faz com que ele tenha maior possibilidade de cair// “contos do vigário”.

“Nasce um trouxa por minuto”.  – 
Phineas Taylor Barnum (5 de julho de 1810 – 7 de abril de 1891)

Devemos ter bem claro:

a) Prevenir a fraude e não ferramenta de cobrança.

b) Cobrar é tentar remediar a doença chamada “fraude”, que é virulenta e quase sempre mortal.

c) Prevenir é uma vacina mas a capacidade de imunização vai depender das regras aplicadas pela sua empresa.

 

E exatamente por isso que, em face às diversas ações de recuperação judicial, que alertamos em que momento empresarial que seu cedente está vivendo:

a. Crise latente   – Complacência, os sinais da crise são ignorados.

b. Crise negada – Crise desconversada, crença que a fase ruim passará, com sempre passou, nenhuma medida é tomada.

c. Início da desintegração organizacional – Algumas providências são tomadas,

 

Pense sobre, porque cobrar o fraudador é quase impossível!

d. Colapso organizacional – incapacidade de agir e desespero –  penhora on line trabalhista, fiscal etc., pedido de RJ que pode ser tardio

 

“ Fracasso em cumprir uma obrigação contratual, como o pagamento de um empréstimo pelo devedor, ou pagamento de juros” (Thomas P. Fitch, 2000, p 134)

Deixar de pagar uma obrigação,  quebrar um acordo, entrar com um procedimento legal ou default” (Joel Bessis 1998, p. 82) subestima-se a necessidade de cortes, inclusive nos rendimentos da pessoa física dos sócios. Corte de luz, atraso em impostos, salários, fornecedores, etc – falso contrato de matéria prima.

 

Alexandre Fuchs das Neves é advogado e consultor jurídico do SINFAC-SP – Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring do Estado de São Paulo e da ABRAFESC.

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