NBC TG 1000 (R1) – Contabilidade para as pequenas e médias empresas

Publicado em 25/06/2024

Por Marco Antonio Granado

A Norma Brasileira de Contabilidade TG 1000 (R1) traz em sua essência um conjunto de regramentos para a elaboração da “CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS”, convergindo com as normas internacionais de contabilidade que são emitidas pelo “IASB – International Accounting Standards Board.

A NBC TG 1000 (R1) está subdividida em 35 sessões:
• Introdução;
• Seção 1: Pequenas e Médias Empresas;
• Seção 2: Conceito e Princípios Gerais;
• Seção 3: Apresentação das Demonstrações Contábeis;
• Seção 4: Balanço Patrimonial;
• Seção 5: Demonstração do Resultado e Demonstração do Resultado Abrangente;
• Seção 6: Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e das Demonstrações de   Lucros ou Prejuízo Acumulados;
• Seção 7: Demonstração dos Fluxos de Caixa;
• Seção 8: Notas Explicativas e Demonstrações Contábeis;
• Seção 9: Demonstrações Consolidadas e Separadas;
• Seção 10: Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro;
• Seção 11: Instrumentos Financeiros Básicos;
• Seção 12: Outros Tópicos sobre Instrumentos Financeiros;
• Seção 13: Estoques;
• Seção 14: Investimento em Controlada e em Coligada;
• Seção 15: Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture);
• Seção 16: Propriedade para Investimento;
• Seção 17: Ativo Imobilizado;
• Seção 18: Ativo Intangível Exceto ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura (Goodwill);
• Seção 19: Combinação de Negócios e Ágio por Estimativa de Rentabilidade Futira (GoodwiIl);
• Seção 20: Operações de Arrendamento;
• Seção 21: Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes;
• Apêndice Guia sobre reconhecimento e mensuração de provisão;
• Seção 22: Passivo e Patrimônio Líquido;
• Apêndice: Exemplos de tratamento contábil para o emissor de instrumento de dívida conversível;
• Seção 23: Receitas;
• Apêndice: Exemplos de reconhecimento de receita
• Seção 24: Subvenção Governamental;
• Seção 25: Custo de Empréstimos;
• Seção 26: Pagamentos Baseado em Ações;
• Seção 27: Redução ao Valor Recuperável de Ativos;
• Seção 28: Benefícios a Empregados;
• Seção 29: Tributos sobre o Lucro;
• Seção 30: Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis;
• Seção 31: Hiperinfalção;
• Seção 32: Evento Subsequente;
• Seção 33: Divulgação sobre Partes Relacionadas;
• Seção 34: Atividades Especializadas;
• Seção 35: Adoção Inicia desta Norma;
• Glossário de Termos;

Estaremos nos próximos artigos abordando algumas destas sessões de forma mais detalhada, desmistificando sua essência, tornando mais transparente sua utilização e seu procedimento em nossa contabilidade.

Temos que nos ater a esta obrigatoriedade e necessidade de implementar e utilizar todas as Normas Brasileiras de Contabilidade existentes, a NBC ITG 1000 (R1) deve ser utilizada para a elaboração da “CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS”, acredito ser, aquela que vai interessar e sustentar o maior número de empresas existentes no mercado nacional, tendo em vista que mais de 90% das empresas nacionais são de porte pequeno ou médio, requerendo estas normas para sua contabilidade.

Sua contabilidade está sendo realizada acompanhando as normas e regras da NBC ITG 1000 (R1)?

 

Marco Antonio Granado, empresário contábil, contador, palestrante e escritor de artigos empresariais. Atua como consultor empresarial nas áreas contábil, tributária, trabalhista e de gestão empresarial. Atua como docente na UNISESCON e no SINDCONT-SP. Atua como consultor contábil, tributário, trabalhista e previdenciário do SINFAC-SP e da ABRAFESC. É membro da 5ª Seção Regional do IBRACON. É bacharel em contabilidade e direito, com pós-graduação em direito tributário e processo tributário, mestre em contabilidade, controladoria e finanças.

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